Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

...

Silêncio como substantivo, numa privação voluntária de sons, no modo austero de se abster... Devia ser antes um nome próprio... Assim seria mais simples de convidar a ficar...

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Foi... Com olhos de ver às 14:35
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4 coisas ditas:
De Não sei quem é... a 27 de Fevereiro de 2009 às 17:04
Comentário apagado.
De Ilustre Qb a 5 de Março de 2009 às 16:32
Desenganos feitos à força de muitos outros, esses, enganados ... porque enganos. Disse-te que agora o Silêncio é, de facto, substantivo próprio; logo mais concreto que o comum e também do género único, absolutamente singular.
De Chapéus Há Muitos a 5 de Março de 2009 às 16:47
Permite-me que te contrarie ... de novo. Quando o Silêncio assume a característica de nome próprio, em atitude voluntária de expressão ou renúncia, deverá convidar-se, sim ... a sair ou a redimir-se ... ou a afirmar-se... ou a deflagrar-se ... Porque não raras vezes, é quando o silêncio se instala que se ouve o pulsar do coração a bater compassadamente o ritmo da vida vazia.
De Ilustre Qb a 5 de Março de 2009 às 17:00

Desenganos feitos à força de muitos outros, esses, enganados ... porque enganos. Disse-te que agora o Silêncio é, de facto, substantivo próprio; logo mais concreto que o comum e também do género único, absolutamente singular.
De blogando-me1 a 6 de Março de 2009 às 18:06
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